sexta-feira, 8 de outubro de 2010
A todos los amigos chilenos! A todos los amigos del Internacional del Conocimiento!
Chile Lindo
Ayúdeme usted compadre
Pa' gritar un viva chile!
La tierra de los zorzales
Y de los rojos copihues.
Con su cordillera blanca
Púchas! que es linda mi tierra.
No hay otra que se le iguale
Aunque la busquen con vela.
Estribillo:
Chile, chile lindo, como te querré
Que si por vos me pidieran
La vida te la daré.
Chile, chile lindo, lindo como un sol.
Aquí mismito te dejo
Hecho un copihue mi corazón.
Afírmese en las espuelas
Y eche la manto pa' un lao'
Y cántese ud., una cueca
De esas pa' morir parao'.
Que canten con las guitarras
Hasta los sauces llorones
Que en chile no llora naiden'
Porque hay puros corazones
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
O Nobel de Literatura é Latino Americano.
O escritor peruano Mario Vargas Llosa ganhou hoje o Prêmio Nobel de Literatura 2010 por sua "cartografia das estruturas de poder e suas imagens vigorosas sobre a resistência, revolta e derrota individual", justificou a real Academia sueca.Nascido em 1936, o novelista e ensaista é considerado um dos maiores nomes da literatura em língua espanhola. Entre suas principais obras estão "A Casa Verde", "Lituma nos Andes" e "A Cidade e os Cachorros".
O mais recente trabalho de Vargas Llosa, "Sabres & Utopias" (Editora Objetiva), chegou ao Brasil este mês. O livro reúne artigos sobre direitos humanos, história, artes plásticas, literatura e traz comentários sobre a política brasileira. Em novembro, os países de língua espanhola irão receber seu novo romance, "El Sueño del Celta".
Fonte: Folha.com
domingo, 3 de outubro de 2010
O Brasil elege o Brasil x 10.000 visitas registradas no blog!
No dia de hoje o Brasil elege, DEMOCRATICAMENTE, o Brasil! 3 de outubro é uma data que pode tornar-se, antes de tudo, histórica, pois hoje, exatamente hoje, o país pode eleger, logo em primeiro turno, a primeira mulher Presidente do Brasil. Claro que a situação atual do país pode ser lembrada de várias formas e através de suas canções: Você escolhe!Cazuza – Brasil:
Brasil!
Mostra tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim...
Ultraje a Rigor – Filha da Puta
Morar nesse país
É como ter a mãe na zona
Você sabe que ela não presta
E ainda assim adora essa gatona
Não que eu tenha nada contra
Profissionais da cama
Mas são os filhos dessa dama
Que você sabe como é que chama
Filha da puta
É tudo filho da puta
Zé Ramalho – O meu país
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram - se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país
Entranto, amigos, prefiro lembrar o nosso querido Páis com a canção “Meu País”, do Ivan Lins.
Aqui é o meu país
Nos seios da minha amada
Nos olhos da perdiz
Na lua na invernada
Nas trilhas, estradas e veias que vão
Do céu ao coração
Aqui é o meu país
De botas, cavalos, estórias
De yaras e sacis
Violas cantando glórias
Vitórias, ponteios e desafios
No peito do Brasil
Me diz, me diz
Como ser feliz em outro lugar
Aqui é o meu país
Dos sonhos sem cabimento
Aqui sou um passarim
Que as penas estão por dentro
Por isso aprendi a cantar,
Voar, voar, voar
Me diz, me diz
Como ser feliz em outro lugar
--
O Diálogos en Mercosur só pode agradecer de uma única forma: dizendo OBRIGADO!!
Diálogos en Mercosur
Tulio Medeiros
sábado, 2 de outubro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Agenda de Eventos
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGSIV Colóquio Internacional Sul de Literatura Comparada
6-8 outubro de 2010
Campus do Vale
Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados (ILEA)
Tema: ZONAS FRANCAS: NOVAS TRANSAÇÕES COMPARATISTAS
http://www.ufrgs.br/ppgletras/cisltport.asp
Realização:UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURG
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS
MESTRADO EM HISTÓRIA DA LITERATURA
Inscrições e informações:
www.senalit.furg.br
http://www.ppgletras.furg.br/
pgletras@furg.br
III CONGRESO NORDESTINO DE ESPAÑOL2010
III CONGRESO NORDESTINO DE ESPAÑOL:
FORMACIÓN DE PROFESORES DE ESPAÑOL: REALIDAD Y DESAFIOS.
Centenario del nacimiento de Miguel Hernández.
Recife, UFRPE, 30, 31 de octubre y 1 de noviembre de 2010.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Em ano de Chile, Setembro se chama Allende!
Setembro se chama Allende - Por Mario AmorósCarta Maior Setembro
O Chile vive nestes dias três datas especiais e dois dramas profundamente entrelaçados. Este mês comemora-se o 40° aniversário da histórica vitória de Salvador Allende e da Unidade Popular nas eleições presidenciais. Naquele 4 de setembro de 1970, o povo chileno abriu as portas da história e empreendeu um profundo processo de transformações econômicas, sociais, culturais e políticas. A “via chilena para o socialismo” só foi derrotada pelo golpe de Estado de 11 de setembro de 1973 - que este ano completa 37 anos – protagonizado pelas Forças Armadas, mas estimulado pela direita, pela Democracia Cristã, pela burguesia e por Washington. O artigo é de Mario Amorós.
Mario Amorós (*)
Discurso do Presidente Salvador Allende, em 11 de setembro de 1973, dia do golpe de Estado que derrubou o governo da Unidade Popular e implantou a sanguinária ditadura militar comandada pelo general Pinochet:
Essas datas são provavelmente as jornadas mais relevantes dos dois séculos de história republicana, junto com o 18 de setembro de 1810, quando se estabeleceu a primeira Junta Nacional de Governo, que abriu o caminho para o processo de independência finalizado em 1818 e que, depois de uma década convulsionada, culminou entre 1829 e 1833 com a imposição de um férreo estado oligárquico que se manteve até a vitória da Frente Popular, em 1938, da qual Salvador Allende foi um destacado dirigente.
A uma semana da comemoração do bicentenário da independência, 33 trabalhadores permanecem sepultados desde o dia 5 de agosto a 700 metros de profundidade na mina San José, devido às condições de exploração em que executavam sua tarefa, reconhecidas – a posteriori – pelos proprietários da mina e pelo próprio governo de Sebastián Piñera. Além disso, 34 presos políticos mapuches estão em greve de fome desde o dia 12 de julho. Se, contra o movimento operário, o governo aplica o restritivo Código do Trabalho, imposto pela ditadura em 1980, as mobilizações dos mapuches em defesa de seus territórios e de sua demanda de autonomia são brutalmente reprimidas e sancionadas penalmente com o recurso à Lei Antiterrorista que Pinochet aprovou em 1984.
Os estudos mais recentes confirmam que o Chile é um dos países onde a brecha entre ricos e pobres é mais acentuada, aproximando-se aos níveis encontrados, por exemplo, no Haiti, produto de políticas neoliberais cujas diretrizes a Concertação manteve inalteradas durante 20 anos e que, desde 11 de março, são impulsionadas por seu verdadeiro motor, uma direita de novo tipo, filha da contrarrevolução pinochetista e solidamente implantada no mundo popular.
Piñera prepara-se para viver seu primeiro 11 de setembro no Palácio la Moneda e para presidir os múltiplos atos do bicentenário com um insistente e retórico chamado à “unidade nacional”. Enquanto isso, os quatro partidos que integram a Concertação acabam de renovar suas direções para enfrentar o novo ciclo eleitoral que já aparece no horizonte, as eleições municipais de 2012 e as eleições parlamentares e presidenciais de 2013. O Partido Comunista está mergulhado nos debates de seu XXIV Congresso.
Para além da incógnita sobre o próximo candidato presidencial da Concertação (o que dependerá essencialmente da vontade de Michelle Bachelet, que conserva uma enorme aprovação popular), a encruzilhada que esta coalizão e as forças de esquerda deverão enfrentar no médio prazo reside na possibilidade de construir mais do que uma aliança pontual, como a que permitiu eleger em dezembro três deputados comunistas pela primeira vez desde 1973, costurando um acordo político e programático que permita abrir um novo período.
Às vezes são os pequenos gestos ou resultados os que mudam a história. No dia 15 de março de 1964 a inesperada vitória da esquerda em uma votação parcial para eleger um deputado em Curicó levou a direita a não apresentar um candidato próprio e a apoiar o social cristão Eduardo Frei Montalva, que derrotou Allende em setembro daquele ano. Há apenas um mês, na cidade de Penco, na região do Biobío, os dirigentes locais da Concertação e o Partido Comunista assinaram um acordo para unir-se desde o início nas eleições de 2012 com o objetivo de derrotar a direita, que atualmente governa a prefeitura.
O debate sobre suas projeções nacionais já está instalado na agenda política. A direita não tardou em exibir seu anticomunismo mais rude e na Democracia Cristã seguramente persistirão as dúvidas até o último momento. Enquanto isso, o Partido Socialista mostra-se favorável a explorar um pacto, assim como o Partido Comunista, na direção de uma ampla convergência de forças políticas e sociais para conquistar um governo “de novo tipo” que deixe para trás os dogmas neoliberais e possibilite o pleno desenvolvimento democrático do país.
A 37 anos do bombardeio do palácio de La Moneda e do início de uma cruel ditadura, a memória de Salvador Allende e da Unidade Popular iluminam esse caminho. Precisamente, aquela noite inesquecível de 4 de setembro de 1970, quando deixou de ser o “companheiro Allende” para converter-se no “companheiro presidente”, e acabou seu discurso na Alameda de Santiago, diante de milhares de pessoas que festejavam a vitória da UP, com palavras plenas do afeto sincero com o qual sempre se dirigiu aos trabalhadores e que mantém absoluta atualidade: “Esta noite, quando acariciarem seus filhos, quando buscarem o descanso, pensem na manhã dura que teremos pela frente, quando precisaremos colocar mais paixão, mais carinho, para fazer o Chile cada vez maior e tornar cada vez mais justa a vida em nossa pátria”.
(*) Doutor em História e Jornalista. Autor de “Companheiro Presidente. Salvador Allende, uma vida pela democracia e pelo socialismo”. Artigo publicado no jornal “Público”, de Madri.
Tradução: Katarina Peixoto
O Chile vive nestes dias três datas especiais e dois dramas profundamente entrelaçados. Este mês comemora-se o 40° aniversário da histórica vitória de Salvador Allende e da Unidade Popular nas eleições presidenciais. Naquele 4 de setembro de 1970, o povo chileno abriu as portas da história e empreendeu um profundo processo de transformações econômicas, sociais, culturais e políticas. A “via chilena para o socialismo” só foi derrotada pelo golpe de Estado de 11 de setembro de 1973 - que este ano completa 37 anos – protagonizado pelas Forças Armadas, mas estimulado pela direita, pela Democracia Cristã, pela burguesia e por Washington. O artigo é de Mario Amorós.
Mario Amorós (*)
Discurso do Presidente Salvador Allende, em 11 de setembro de 1973, dia do golpe de Estado que derrubou o governo da Unidade Popular e implantou a sanguinária ditadura militar comandada pelo general Pinochet:
Essas datas são provavelmente as jornadas mais relevantes dos dois séculos de história republicana, junto com o 18 de setembro de 1810, quando se estabeleceu a primeira Junta Nacional de Governo, que abriu o caminho para o processo de independência finalizado em 1818 e que, depois de uma década convulsionada, culminou entre 1829 e 1833 com a imposição de um férreo estado oligárquico que se manteve até a vitória da Frente Popular, em 1938, da qual Salvador Allende foi um destacado dirigente.
A uma semana da comemoração do bicentenário da independência, 33 trabalhadores permanecem sepultados desde o dia 5 de agosto a 700 metros de profundidade na mina San José, devido às condições de exploração em que executavam sua tarefa, reconhecidas – a posteriori – pelos proprietários da mina e pelo próprio governo de Sebastián Piñera. Além disso, 34 presos políticos mapuches estão em greve de fome desde o dia 12 de julho. Se, contra o movimento operário, o governo aplica o restritivo Código do Trabalho, imposto pela ditadura em 1980, as mobilizações dos mapuches em defesa de seus territórios e de sua demanda de autonomia são brutalmente reprimidas e sancionadas penalmente com o recurso à Lei Antiterrorista que Pinochet aprovou em 1984.
Os estudos mais recentes confirmam que o Chile é um dos países onde a brecha entre ricos e pobres é mais acentuada, aproximando-se aos níveis encontrados, por exemplo, no Haiti, produto de políticas neoliberais cujas diretrizes a Concertação manteve inalteradas durante 20 anos e que, desde 11 de março, são impulsionadas por seu verdadeiro motor, uma direita de novo tipo, filha da contrarrevolução pinochetista e solidamente implantada no mundo popular.
Piñera prepara-se para viver seu primeiro 11 de setembro no Palácio la Moneda e para presidir os múltiplos atos do bicentenário com um insistente e retórico chamado à “unidade nacional”. Enquanto isso, os quatro partidos que integram a Concertação acabam de renovar suas direções para enfrentar o novo ciclo eleitoral que já aparece no horizonte, as eleições municipais de 2012 e as eleições parlamentares e presidenciais de 2013. O Partido Comunista está mergulhado nos debates de seu XXIV Congresso.
Para além da incógnita sobre o próximo candidato presidencial da Concertação (o que dependerá essencialmente da vontade de Michelle Bachelet, que conserva uma enorme aprovação popular), a encruzilhada que esta coalizão e as forças de esquerda deverão enfrentar no médio prazo reside na possibilidade de construir mais do que uma aliança pontual, como a que permitiu eleger em dezembro três deputados comunistas pela primeira vez desde 1973, costurando um acordo político e programático que permita abrir um novo período.
Às vezes são os pequenos gestos ou resultados os que mudam a história. No dia 15 de março de 1964 a inesperada vitória da esquerda em uma votação parcial para eleger um deputado em Curicó levou a direita a não apresentar um candidato próprio e a apoiar o social cristão Eduardo Frei Montalva, que derrotou Allende em setembro daquele ano. Há apenas um mês, na cidade de Penco, na região do Biobío, os dirigentes locais da Concertação e o Partido Comunista assinaram um acordo para unir-se desde o início nas eleições de 2012 com o objetivo de derrotar a direita, que atualmente governa a prefeitura.
O debate sobre suas projeções nacionais já está instalado na agenda política. A direita não tardou em exibir seu anticomunismo mais rude e na Democracia Cristã seguramente persistirão as dúvidas até o último momento. Enquanto isso, o Partido Socialista mostra-se favorável a explorar um pacto, assim como o Partido Comunista, na direção de uma ampla convergência de forças políticas e sociais para conquistar um governo “de novo tipo” que deixe para trás os dogmas neoliberais e possibilite o pleno desenvolvimento democrático do país.
A 37 anos do bombardeio do palácio de La Moneda e do início de uma cruel ditadura, a memória de Salvador Allende e da Unidade Popular iluminam esse caminho. Precisamente, aquela noite inesquecível de 4 de setembro de 1970, quando deixou de ser o “companheiro Allende” para converter-se no “companheiro presidente”, e acabou seu discurso na Alameda de Santiago, diante de milhares de pessoas que festejavam a vitória da UP, com palavras plenas do afeto sincero com o qual sempre se dirigiu aos trabalhadores e que mantém absoluta atualidade: “Esta noite, quando acariciarem seus filhos, quando buscarem o descanso, pensem na manhã dura que teremos pela frente, quando precisaremos colocar mais paixão, mais carinho, para fazer o Chile cada vez maior e tornar cada vez mais justa a vida em nossa pátria”.
(*) Doutor em História e Jornalista. Autor de “Companheiro Presidente. Salvador Allende, uma vida pela democracia e pelo socialismo”. Artigo publicado no jornal “Público”, de Madri.
Tradução: Katarina Peixoto
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
América Latina já não é 'quintal do mundo'
América Latina já não é 'quintal do mundo', segundo a The EconomistO Brasil, sugere a matéria, beneficiou-se de sua inclusão pelo economista Jim O'Neil, do banco de investimentos Goldman Sachs, no grupo BRIC, junto com Rússia, Índia e China
10 de Setembro de 2010
AFPA América Latina já não é o "quintal de ninguém", afirma a revista britânica The Economist em uma reportagem especial dedicada à ascensão da região.
Ao longo de 14 páginas, o prestigiado semanário britânico examina os motivos da região para celebrar, especialmente no âmbito econômico, e os desafios que precisa enfrentar para continuar progredindo, indicando que tudo deve ser "menos complicado" - referindo-se a uma América Latina sem ditaduras e à estabilização das economias após a crise da dívida de 1982.
O Brasil, sugere a matéria, beneficiou-se de sua inclusão pelo economista Jim O'Neil, do banco de investimentos Goldman Sachs, no grupo BRIC, junto com Rússia, Índia e China. A revista também destaca o crescimento do país, que desde 2007 destacou-se da média latino-americana, e o fato de que 40% do PIB da região é produzido dentro das fronteiras brasileiras.
Entre as conquistas latino-americanas, a The Economist destaca a "forte recuperação" depois da crise econômica e financeira de 2008/2009, da qual o subcontinente foi, pela primeira vez, apenas "uma testemunha inocente, não um protagonista", com um crescimento regional projetado para este ano de 5% em média.
O renascimento econômico se caracteriza também pelas dezenas de milhões de pessoas que saíram da pobreza nos últimos anos - apenas da região continuar sendo a mais desigual do mundo - e pela queda nas taxas de desemprego, além do crescente interesse das multinacionais, em particular por seus vastos recursos naturais.
A revista adverte, no entanto, que a região corre o risco de "cair na autocomplacência".
O risco se deve ao fato de que, embora a produtividade latino-americana "cresça mais rápido do que em qualquer em outro lugar", a região "não poupa nem investe o suficiente". Além disso, estima o texto, seus governantes deveriam se esforçar mais para educar e inovar, assim como para melhorar o sistema de saúde pública.
Somam-se a estes outros problemas graves, como a corrupção e a violência, ilustradas pelas "alarmantes" taxas de criminalidade registradas por alguns países.
A The Economist considera ainda que uma "melhoria" das relações com os Estados Unidos facilitaria a concretização das reformas necessárias nos âmbitos citados.
A postura americana, no entanto, também precisa mudar, segundo o semanário: com uma população de 50 milhões de latinos, os Estados Unidos desenvolveram muitos "temores sobre o crime e a migração, que o levaram a se concentrar mais nos riscos da relação com seus vizinhos do que nas oportunidades".
"Depois de dois séculos deixados de lado, o sul e o centro das Américas estão finalmente cumprindo seu potencial. Para ajudar a consolidar este êxito, seus primos do norte devem construir pontes, não muros", conclui.
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