segunda-feira, 8 de março de 2010

CONVOCATÓRIA SIMPÓSIO::: PAMPA, FRONTEIRAS E COMARCAS LITERÁRIAS EM AMÉRICA LATINA

CONVOCATÓRIA SIMPÓSIO::: PAMPA, FRONTEIRAS E COMARCAS LITERÁRIAS EM AMÉRICA LATINA
A Comissão Organizadora do Simpósio "Pampa, Fronteiras e Comarcas Literárias em América Latina" apresenta sua 2ª convocação oficial aos colegas e convida a todos aqueles interessados pelo tema proposto a participarem do II Congreso Internacional de Ciencias, Tecnologías y Culturas: Diálogos entre las disciplinas del conocimiento. Mirando al futuro de America Latina y el Caribe, na encantadora cidade de Santiago - Chile, no período de 29 de outubro a 1 de novembro de 2010.

Coordenadores:

Profa. Dra. Ligia Chiappini, Universidade de São Paulo FU-Berlin-Al
Email: lchiappini@gmail.com
Profa. Dra. Lúcia Rebello, Universidade Federal de Rio Grande do Sul – Brasil
Email: lu_@terra.com.br
Profa. Mg. María Graciela Adamoli, Universidad Nacional de La Pampa - Argentina
Email: mgga123@hotmail.com
Prof. Dndo. Carlos Tulio Medeiros – Universidade de São Paulo/IFSUL – Brasil
Email: ctulio@usp.br

Resumos: Até 31 de maio de 2010.

Os resumos das comunicações (200 palavras) serão recebidos até o dia 31 de maio de 2010 e deverão conter: 1. Nome do trabalho; 2. Nome, titulação e origem institucional do Proponente; 3. Email para contato.

Comunicações (ponências): Máximo de 15 páginas. Até 31 de agosto de 2010.

Só serão aceitas para o Simpósio Pampa, Fronteiras e Comarcas Literárias na América Latina as comunicações aprovadas pela Comissão Organizadora. O texto completo deverá ser enviado aos 4 coordenadores do Simpósio até o dia 31 de agosto de 2010, impreterivelmente.

Idiomas: O Simpósio será bilingue Português-Espanhol.

Dúvidas, perguntas, sugestões, etc, entre em contato com:::

Prof. Carlos Túlio Medeiros
Email: ctulio@usp.br

sábado, 27 de fevereiro de 2010

FUERZA CHILE!!!!!

Fuerza Chile!!! Contar con nuestra ayuda y con la fuerza de la Red Académica que hemos formado juntos es una posibilidad real. ¡Aquí estamos!

Amigos, aunque muy poca información de nuestros amigos de Chile, Eduardo Deves, Marcelo Moran, María Gladys, Carolina Ortiz y Fernando Estenssoro respondieron a nuestro email y están todos bien!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Un Especial Saludo del DialogosenMercosur

El DialogosenMercosur hace un especial saludo a los amigos en Argentina y Chile que han completado 150, 102 visitas, respectivamente, en nuestro blog.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Nasce a UNILA - Uma Universidade para a integração da América Latina

No último dia doze de janeiro o governo brasileiro deu um passo histórico e irrevogável no caminho da integração latino-americana. A sanção da Lei que cria a Universidade Federal da Integração Latino-Americana – UNILA consolida a política brasileira de abertura ao continente, de resgate das identidades comuns e da busca de soluções autênticas para os problemas sociais da América Latina, sempre com o respeito à diversidade cultural.

A UNILA já é realidade, deixou de ser um projeto desafiador ou uma utopia daqueles que pensam e vivem o continente latino-americano. É a grande novidade e deve ser motivo de orgulho e entusiasmo, pois sepulta no passado as práticas dependentistas e o pensamento subserviente a uma intelectualidade estrangeira e inatingível para a realidade do continente, cujas teses abstratas sempre ocultam as ideologias, em nome da neutralidade do saber.

A nova Universidade é resultado da iniciativa do Ministério da Educação que elaborou o projeto de Lei em 2007 e que instituiu em março de 2008 a Comissão de Implantação da UNILA, composta por especialistas de reconhecida competência e presidida pelo Professor Doutor Helgio Trindade, cujo currículo de excelência dispensa apresentações.

A Comissão fez trabalho primoroso, aprofundou as discussões sobre os objetivos e princípios da Universidade, reuniu-se com professores de diversos países e realizou uma consulta internacional a diferentes especialistas latino-americanos que puderam apresentar a compreensão e delimitar os desafios de uma Universidade voltada à integração latino-americana.

A criação do Instituto Mercosul de Estudos Avançados – IMEA também foi determinante para o processo de constituição da Universidade. O IMEA é verdadeiro laboratório de idéias que congrega acadêmicos de reconhecimento internacional com o objetivo de contribuir, planejar e pensar as atividades da UNILA.

No segundo semestre de 2009, o IMEA promoveu - na sede provisória da UNILA localizada no Parque Tecnológico da Itaipu, em Foz do Iguaçu - as Cátedras Latino-Americanas. Esses eventos atraíram profissionais, professores e estudantes de diversos campos do conhecimento para debate sobre temas mais relevantes da atualidade, o que permitiu verificar tendências e necessidades que poderão ser contempladas nos novos cursos. Foi transmitida pela rede mundial de computadores e pôde receber sugestões de espectadores distantes. Nomes como Ignacy Sachs, Aldo Ferrer, Carmen Guadilla, Miguel Rojas Mix, Celso Pinto de Mello, entre outros, estiveram na Unila e contribuíram desde suas perspectivas para a nova Universidade.

A mobilização e engajamento que o nome da UNILA desperta possibilitou alguns avanços rápidos. A parceria com a Universidade Federal do Paraná – UFPR, como entidade tutora, foi crucial para a realização das primeiras atividades. O apoio da Itaipu Binacional resultou na instalação da Unila em sua sede provisória e na doação do espaço da sede definitiva, em Foz do Iguaçu. O projeto arquitetônico foi realizado por Oscar Niemayer, que se sentiu tocado pela grandiosidade da proposta. E inúmeras foram as pessoas que se envolveram nos trabalhos iniciais, sempre movidos pelas expectativas que uma Universidade dessa natureza é capaz de provocar.
Todo o trabalho já desenvolvido demonstra que o projeto pedagógico da Instituição está sendo pensado de forma criteriosa, contemplando uma variedade de pensamentos convergentes quando se trata de aliar ensino e integração, num espaço aberto e democrático, verdadeiramente sem fronteiras. A condução dos trabalhos é cuidadosa e se empenha em abrir desde o início os canais de comunicação necessários com os outros países, construindo as bases de um relacionamento duradouro e bem-sucedido.

Os desafios são imensos, pois a UNILA é uma instituição única no continente e possui compromissos que vão além das universidades tradicionais. Nasceu vocacionada para a integração, o que significa que deve interagir de forma nacional e transnacional, buscando o fortalecimento das relações entre os povos e valorizando o diálogo intercultural como metodologia de ação.

Para cumprir esses propósitos, a UNILA será bilíngüe (português e espanhol) e destinará metade das vagas para alunos latino-americanos, respeitando igual proporção para o corpo docente. A seleção dos alunos brasileiros ocorrerá pelo ENEM e exame semelhante deverá ocorrer nos demais países latino-americanos. Em seu pleno funcionamento a Universidade terá quinhentos professores e dez mil estudantes.

Os cursos de graduação e pós-graduação serão todos inovadores, não apenas em termos de currículo e metodologia de ensino, mas principalmente porque estão sendo estruturados para formar massa crítica capaz de dar respostas às vulnerabilidades da América Latina. Ao longo do tempo, cursos com esse perfil serão ofertados em todas as áreas do conhecimento, os primeiros no segundo semestre deste ano.

A história apenas se inicia. Vivemos um contexto de resgate de nossas capacidades perdidas, tentando superar o descrédito que um governo titulado impingiu às universidades públicas. Nesse campo, as políticas estatais estão consolidadas com a criação de treze novas universidades federais. A sociedade brasileira está preparada e certamente impedirá qualquer tentativa de retrocesso nesse sentido.

Gisele Ricobom é Doutora em Direitos Humanos e Desenvolvimento pela Universidade Pablo de Olavide e Professora Visitante da UNILA. (http://www.unila.ufpr.br/)

sábado, 30 de janeiro de 2010

Para fechar Janeiro, Cássia Eller - Só se for a dois!

Queridos amigos do Diálogos, saudações. Depois de um início de ano cheio de notícias ruins, fechamos Janeiro com uma canção que dedicamos à querida América inteira, ao nosso planeta inteiro. Do Cazuza na voz da Cássia Eller, dois de nossos saudosos rebeldes nacionais: Só se for a dois.



Só Se For a Dois
Composição: Cazuza / Rogério Meanda

Aos gurus da Índia
Aos judeus da Palestina
Aos índios da América Latina
E aos brancos da África do Sul
O mundo é azul
Qual é a cor do amor?
O meu sangue é negro, branco
Amarelo e vermelho
Aos pernambucanos
E aos cubanos de Miami
Aos americanos russos
Armando seus planos
Ao povo da China
E ao que a história ensina
Aos jogos, aos dados
Que inventaram a humanidade
As possibilidades de felicidade
São egoístas, meu amor
Viver a liberdade, amar de verdade
Só se for a dois
(Só a dois)
Aos filhos de Ghandi
Morrendo de fome
Aos filhos de Cristo
Cada vez mais ricos
O beijo do soldado em sua namorada
Seja pra onde for
Depois da grande noite
Vai esconder a cor das flores
E mostrar a dor
(A dor)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Tempo de Pensar e Refletir: CONOCIMIENTO X ARMAMENTISMO. ¡QUE LA INTELECTUALIDAD SE OCUPE DE ESTO!

CONOCIMIENTO X ARMAMENTISMO. ¡QUE LA INTELECTUALIDAD SE OCUPE DE ESTO!

Por Eduardo Devés - Valdés

(In: www.internacionaldelconocimiento.org)

La ausencia de guerras internacionales ha sido el mejor logro (y uno de los pocos) de América Latina-Caribe (ALC), en el último siglo.
Es cierto que ni siquiera este logro puede evaluase de manera enteramente positiva, en parte porque hubo al menos una guerra grande, la del Chaco, y en parte porque si las hubiera habido en mayor abundancia, quizás habríamos sacado de ellas algunas experiencias o decisiones que mejoraran la vida de l@s sobrevivientes: quizás hubiéramos organizado mejor nuestros estados, quizás hubiéramos recaudado más impuestos en favor de la redistribución, quizás hubiéramos mejorados nuestra capacidad científico-tecnológica, quizás hubiéramos creado núcleos industriales de alto nivel.
Ahora bien, sea como fuere, sólo aprenden de sus fracasos o errores las personas inteligentes y criteriosas, la gente boba reincide e incluso empeora las cosas; por así decir, despilfarra incluso sus errores, siendo incapaz de aprovecharlos como oportunidades, despeñándose en el círculo vicioso de sus debilidades.
En el ámbito internacional, el “realismo-bobo” consiste en defenderse de las amenazas de maneras inadecuadas, debilitándose aún más, en vez de fortalecerse con buenas soluciones. La peor solución de los débiles es el armamentismo, en desmedro del fortalecimiento en el largo plazo, que viene del avance del conocimiento, de la educación de sus pueblos, de una diplomacia profesional e informada, de la capacidad de establecer alianzas criteriosas, de no asustar, amedrentar, ni alarmar a los vecinos, generando miedos innecesarios. Los bobos responden con bravuconadas y adornándose con armas y más armas para disuadir a los demás, terminando por debilitarse en el largo plazo. El avance del conocimiento, la felicidad del pueblo, las alianzas, las buenas relaciones y el respeto y prestigio internacional que puedan ganar, constituyen las mejores defensas de los estados-nación pequeños.
Pero no se trata sólo de defensa sino de responsabilidad con sus pueblos y con la humanidad. Y esta responsabilidad se ejerce en primer lugar con el ejercicio del conocimiento, con su aumento, con su democratización, con su puesta al servicio de los más, con el aumento de las capacidades de los pueblos, con el aumento de su capital socio-cultural, con la solidaridad de los pueblos con sus estados.
Un estado que hambrea a su pueblo para comprar armas que supuestamente lo defenderán de sus enemigos, normalmente termina utilizándolas para reprimir a ese mismo pueblo, que se ha rebelado por el hambre que se le ha hecho pasar o por cualquier otra razón.
No puede privilegiarse el gasto en armamentos en desmedro de los gastos en educación, en desarrollo científico-tecnológico, en desmedro del financiamiento de la universidad, en desmedro del desarrollo de programas que nos permitan pensar y actuar mejor, en desmedro de programas que mejorarían nuestra capacidad productiva o exportadora y que evitarían la contaminación o mejorarían la calidad de vida.
Un gobierno que insiste en mejorar sus armamentos en vez de mejorar las políticas del conocimiento debe ser denunciado y rechazado por el pueblo.
Incluso más, es preferible gastar lo poco que tenemos en capacitar a nuestras FFAA
(ya que no hemos sido capaces de abolirlas), en formarlas, en crear programas de estudios internacionales, de defensa y seguridad, de comunicaciones, de tecnologías útiles para la guerra (que también lo serán para la paz). Que todo el personal avance en su formación y que, al menos, toda la oficialidad realice estudios de maestría y doctorado. Incluso más, es preferible gastar en el desarrollo de una capacidad bélica interna, en vez de ir a comprar armamentos al exterior. Al menos esto nos dejará equipos, talento, tecnologías propias, laboratorios, personal capacitado, know how.
Opongamos al “realismo-bobo” el idealismo-inteligente, al “realismo” cortoplacista el idealismo de largo aliento, al “realismo” miope y mezquino el idealismo de amistad y corazón grande. Ganemos la integración latinoamericana con la cordialidad y la cooperación del corazón grande y no la socavemos con realismos que nos debilitan y nos enemistan con aquellas personas cuya amistad más nos vale. ¿Acaso no es Gandhi la figura más positiva del siglo XX? ¿No fue el líder de la independencia más importante del siglo y uno de los creadores de la mayor democracia del mundo y de la historia? Para los pequeños-débiles, el idealismo inteligente es el mejor realismo, les engrandece y fortalece. El realismo de los estados pequeños-débiles no debe ser pensado como el de los fuertes. Los pequeños-débiles sobreviven con astucias, con agilidad, con imaginación, con buenas alianzas y fortaleciéndose. El conocimiento fortalece, en tanto que el peso de las armas agobia a los pueblos y les gana enemigos, como a Corea del Norte. Por otra parte, ¡qué cosa más fácil, para una empresa que produce y comercia con armamentos, que comprar las voluntades de algunos burócratas y/o generales que toman decisiones!
Caería en un vicio parecido, sin embargo, quien se dedicara únicamente a denunciar a los malos, sin ser capaz de realizar propuestas. La intelectualidad de ALC debe aprovechar también el año emblemático de 2010 para apostar, por sobre sus gobiernos, a una política regional para mejorar conocimiento-educación.
Es cierto que la intelectualidad no puede evitar, así fácil o directamente, que se despilfarren esos millones y millones de dineros en armas, mientras se escatiman unos pocos a la educación, a la ciencia y a una tecnología que traería además riqueza. Lo que sí puede, en cambio, es organizarse y generar una política coordinada para mejorar parcialmente sus recursos y, sobre todo, para gastar mejor los pocos de que dispone, para aumentar su productividad en conocimientos que beneficien la calidad de vida de los pueblos, y que les ayuden a reconocer a malos gobiernos, aquellos que les explotan para comprar armas, armas que volverán contra esos mismos pueblos el día de mañana.
La intelectualidad debe asumir sus derechos y responsabilidades, reclamando y gestionando mejores políticas del conocimiento.